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greve de professores
paralisa Unicastelo
A instituição afirma que docentes de 30 dos 65 cursos aderiram parcialmente à paralisação. O Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro), no entanto, diz que 95% da categoria na universidade interromperam as atividades.
De acordo com a Unicastelo, o atraso no pagamento em maio, referente ao mês de abril, é resultado de decisão judicial que bloqueou a conta da universidade para o pagamento de dívidas tributárias. O montante, de acordo com a direção, era do antigo mantenedor da instituição, que foi vendida à atual administração em dezembro de 2005, e está sendo pago.
A Unicastelo alega inconstitucionalidade na decisão, pois o dinheiro para pagar funcionários será usado para quitar débitos. A universidade também afirmou que não haverá represálias aos professores em greve e implantará um calendário de reposição específico para cada curso assim que a paralisação terminar.
O Sinpro declarou que outras reivindicações compõem a pauta dos professores da universidade. Os grevistas apontam falta de pagamento de um terço das de férias referentes ao ano de 2009, de depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) desde o ano passado e de pagamento de folha complementar, que inclui horas de orientação de estágio e atividades complementares.
Nesta segunda-feira (24), os professores farão assembleia a partir das 19h30 para decidir as próximas ações do movimento grevista.
O internauta Tiago José Lopes de Oliveira, de Governador Valadares (MG), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.
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